sábado, 7 de maio de 2011

Ser Mãe

A emoção de ser mãe é incrível,
é a realização de um sonho de menina,
é doar-se por inteiro a cada manhã,
é sorrir das brincadeiras de criança
quando no fundo queremos chorar
é correr sem parar para alcançar nossos filhos
é proteger do perigo
escondendo-os em nosso abrigo.

Ser mãe é aprender com os pequeninos
é cantar cantigas de criança
é dançar na chuva
é ser feliz,

Ser mãe é amar
quem um dia vai criar asas e voar
Ser mãe é educar
mesmo que a gente saiba muito pouco
Ser mãe é ser solidária
e perceber que nossos filhos também podem sofrer
e ter probemas de gente grande
Ser mãe é ser amiga
estar sempre pronta para ouvir, dar conselhos e ajudar
Ser mãe é adoecer por dentro com nossos filhos
é resgatar a nossa fé e clamar ao Senhor pela cura
e agradecer todos os dias pela vida, pela saúde,
por cada gesto, cada sorriso, cada emoção
Ser mãe é ser mãe
Seja mãe maluquinha, complicada, séria, irreverente ou mãe presente
Mãe é sempre mãe,
e o amor de mãe é o maior do mundo.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Analfabetismo Funcional e Letramento

A Unesco define como analfabeto funcional toda pessoa que sabe escrever seu próprio nome, assim como ler e escrever frases simples, efetuar cálculos básicos, porém é incapaz de interpretar o que lê e de usar a leitura e a escrita em atividades cotidianas, impossibilitando seu desenvolvimento pessoal e profissional.
Ou seja, o analfabeto funcional não consegue extrair o sentido das palavras, colocar idéias no papel por meio da escrita nem fazer operações matemáticas mais elaboradas.
A questão não é mais apenas saber se as pessoas conseguem ou não ler e escrever, mas também o que elas são capazes de fazer com essas habilidades!
O importante é que as pessoas tenham a capacidade de interpretar o que leu e expressar seus sentimentos e idéias por meio das palavras e códigos.
Analfabetismo: Corresponde à condição dos que não conseguem realizar tarefas simples que envolvem a leitura de palavras e frases ainda que uma parcela destes consiga ler números familiares (números de telefone, preços etc.).
Alfabetismo: capacidades e usos efetivos da leitura e escrita nas diferentes esferas da vida social.
Letramento é o termo que vem sendo usado para designar esse conceito de alfabetismo, que corresponde ao literacy, do inglês, ou ao littératie, do francês, ou ainda ao literacia, em Portugal.

QUANTOS PORQUÊS, POR QUÊ?

Por que, porque, por quê ou porquê?
Vamos entender o uso correto segundo a gramática.

•Por que (separado, sem acento)
Utiliza-se nas interrogativas, sejam diretas ou indiretas. É um advérbio interrogativo. Exemplos: Por que ele foi embora? (interrogativa direta)
Queremos saber por que ele foi embora. (interrogativa indireta)

Dica: Coloque a palavra "motivo" ou "razão" depois de "por que". Se der certo, escreva separado, sem acento.
Queremos saber por que motivo ele foi embora.

Por que pode também equivaler a pelo qual, pela qual pelos quais, pelas quais, sendo o que, nesse caso, um pronome relativo. Exemplo:

Aquele é o quadro por que ela se apaixonou.

Dica: Substitua por que por "pelo qual, pelos quais, pela qual ou pelas quais":
Aquele é o quadro pelo qual ela se apaixonou.



•Porque (junto, sem acento)
Estabelece uma causa. É uma conjunção subordinativa causal, ou coordenativa explicativa. Exemplos:

Ele foi embora porque cansou daqui.
Não vá porque você é útil aqui.

Dica: Substitua porque por "pois".
Ele foi embora pois se cansou daqui.

Também utiliza-se porque com o sentido de "para que", introduzindo uma finalidade:
Ele mentiu porque o deixassem sossegado.


•Por quê (separado, com acento)
Em final de frase ou quando a expressão estiver isolada, usa-se por quê. Exemplos:

Ele foi embora por quê?
Você é a favor ou contra? Por quê?


•Porquê (junto, com acento)
Equivalendo a causa, motivo, razão, porquê é um substantivo. Neste caso ele é precedido pelo artigo o. Exemplo:

Não quero saber o porquê de sua recusa.

Dica: Substitua "porquê" por "motivo
Não quero saber o motivo de sua recusa

Fonte: http://educacao.uol.com.br/portugues/por-que-porque-por-que-ou-porque-o-uso-correto-segundo-a-gramatica.jhtm".

ENSINO A DISTÂNCIA - VANTAGENS E DESVANTAGENS

Atualmente existem inúmeras instituições de ensino a distância, conhecidos como EAD. Existem cursos de nível fundamental, médio, técnico, profissionalizante, e os mais procurados, os de ensino superior, e não para por ai, seguindo cursos de pós graduação.
São tantas opções, mas há pessoas que sentem insegurança quanto ao EAD. O primeiro passo e mais importante é conhecer a instituição ao qual pretende estudar, se é reconhecida pelo MEC.

VANTAGENS


  • Valor da mensalidade acessível

  • 80% da carga horária do curso você estuda em casa, na hora que tiver disponibilidade

  • As aulas são ministradas via satélite ou internet

  • Você é acompanhamento por professor

  • Todas suas dúvidas são esclarecidas

  • Excelente material didático

  • Você terá interação com outros alunos por forum e chat

DESVANTAGENS



  • Você é responsavel por sua aprendizagem

  • Precisa gostar de ler muito e se dedicar por completo

  • Precisa ter acesso constante a internet

quinta-feira, 5 de maio de 2011

A ERA DO POLITICAMENTE CORRETO

A preocupação atual com o termo politicamente correto trouxe uma visão inovadora da maneira como podemos usufruir do nosso querido planeta, desgastando-o o mínimo possível.
Vivemos num país em desenvolvimento, com constantes transformações economicas e sociais. Grandes empresas já nascem forte, liderando o mercado consumidor. Aos poucos a sociedade vai aceitando e inserindo - se às novas normas e regras.
Tal transformação não acontece do dia para a noite, é um processo que exige aprendizagem de ambas partes, por um lado o fabricante, por outro o consumidor.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

HISTÓRIA DA LINGUA PORTUGUESA

A língua Portuguesa tem como origem o latim, falado por um povo de cultura rústica, que vivia no centro da península Itálica (chamada Lácio), com o decorrer do tempo, teve um papel importante na história da civilização ocidental. Com as guerras e as conquistas romanas, expandiu-se por toda a Europa.
O latim clássico era a língua escrita utilizada nas obras dos escritores latinos( Cícero, Horácio, César, Virgílio); caracterizava-se pelo vocabulário apurado, correção gramatical, elegância de estilo.
O latim vulgar era a língua falada pelas pessoas de classes inferiores da sociedade romana, formadas pela imensa multidão de pessoas incultas, que não tinham preocupação artística ou literária, e usavam a língua como forma de comunicação prática.
No intercâmbio diário entre a grande população, o latim vulgar funcionava como uma língua viva, conquistando espaço na política econômica, matizando-se conforme as situações de comunicação e os meios sociais.
Assim, o latim vulgar não só se definiu em contraste ao latim clássico, mas tornou-se uma unidade linguística, desenvolvendo-se na história da sociedade, diversificando-se em dialetos sociais, diacronicamente, em uma continuidade de mudanças constantes.
A língua de Roma difundiu-se e cresceu na Itália e em outros territórios conquistados pelos romanos.
Em consequência, o latim vulgar surgiu com novos dados, variando-se conforme o espaço. As condições sociais e econômicas também se diversificaram, ocorrendo, necessariamente, certa diversidade linguística.
Os povos dominados absorveram o falar dos romanos, que se misturou com os falares regionais, originando as linguas neolatinas.
Há dez línguas românicas: o português, o espanhol, o catalão, o francês, o provençal, o italiano, o reto-romano, o dalmático, o romeno e o sardo.
Essas línguas estão assim distribuídas:
• português, falado em Portugal, no Brasil, na Ilha da Madeira, no arquipélago dos Açores, nas antigas e atuais colônias portuguesas da África, da Ásia e da Oceania;
• espanhol, falado na Espanha e em suas colônias, em quase toda a América do Sul à exceção do Brasil e das Guianas, na América Central, no México, em algumas ilhas do arquipélago das Antilhas e nas Filipinas;
• catalão, falado na Catalunha, nos vales de Andorra, no departamento francês dos Pirineus orientais, na zona oriental de Aragão, na maior parte de Valência, nas ilhas Baleares e na cidade de Alguer, situada na costa noroeste da Sardenha;
• francês, falado em quase toda a França, exceto no sul e na Bretanha, em suas colônias da Ásia, da África, da América e Oceania, na Bélgica e Congo Belga, na Suíça, em Mônaco, no Canadá, na Luisiânia e no Haiti;
• provençal, falado no sul da França (Provença);
• italiano, falado na Itália e nas ilhas adjacentes (Córsega, Sicília, etc.), nas antigas colônias italianas da Ásia e da África, e em S. Marinho;
• reto-romano, rético ou ladino, falado no Tirol, no Friul e no cantão dos Grisões (Suíça);
• dalmático, outrora falado na Dalmácia;
• romeno ou valáquio, falado na Romênia e na parte da Macedônia, próxima ao Monte Olimpo;
• sardo, falado na Sardenha
O início do período de evolução da língua portuguesa, historicamente, data do século IX. Essa época é chamada de galego. Os documentos escritos em galego-português são datados do século XII. Inicia-se, então, a fase memorável da história da nossa língua.
A língua portuguesa surgiu do latim vulgar introduzido pelos romanos na Lusitânia, região da península Ibérica.
Leite de Vasconcelos (apud COUTINHO, 1976, p. 56) divide a história da língua portuguesa em três grandes épocas: pré-histórica, proto-histórica e histórica.
A pré-histórica começa com as origens da língua e se prolonga até o século IX, quando surgem os primeiros documentos latino-portugueses.
É reduzido o material linguístico dessa época, devido às escassas inscrições. Só por conjetura é que se pode formar uma ideia do romance então falado.
A proto-histórica estende-se do século IX ao XII. Os textos, que então aparecem, são todos redigidos em latim bárbaro. Neles, porém, de quando em quando, encontram-se palavras portuguesas, o que já evidencia a existência do dialeto galaico-português nesse tempo.
A histórica inicia-se no século XII, em que os textos ou documentos aparecem inteiramente redigidos em português. Anteriormente, a língua era apenas falada.
A época histórica comporta uma divisão em duas fases: a arcaica, (do século XII ao XVI) e a moderna (do século XVI para cá). No limiar desta fase, o fato literário de maior importância é a publicação de Os Lusíadas (1572), de Luís Vaz de Camões. Constitui esta obra a verdadeira epopeia nacional portuguesa. Nela se acham retratados o espírito de aventura, a resistência no sofrimento, as qualidades guerreiras, o heroísmo, isto é, todas as grandes virtudes da nação portuguesa.
O século XVI apresenta-se como o verdadeiro século de ouro da literatura portuguesa. É que aparecem nele os maiores escritores que Portugal tem possuído. Os vários gêneros literários encontram então cultores importantíssimos. Surge também a gramática disciplinando a língua.
Basta citar na história João de Barros, Diogo do Couto e Damião de Góis; na tragédia, Antônio Ferreira; na comédia, o mesmo Ferreira, Sá de Miranda, Jorge de Vasconcelos e o imortal Camões; nos autos, Gil Vicente, Antônio Ribeiro Chiado e Antônio Prestes; nas viagens, Fernão Mendes Pinto; em assuntos morais e piedosos, fr. Amador Arrais, fr. Heitor Pinto e fr. Tomé de Jesus; no romance, Bernardim Ribeiro e Francisco de Morais; na gramática, Fernão de Oliveira e João de Barros; na poesia lírica, Sá de Miranda, Bernardim Ribeiro e Diogo Bernardes; na poesia épica, o maior gênio da nacionalidade portuguesa – Luís de Camões, e Jerônimo Corte Real.
Com os novos descobrimentos, Portugal ampliou muito o império de sua língua, levando-a para os vastos territórios conquistados (África, América e Oceania). Na sua trajetória, a língua portuguesa conseguiu manter uma forte unidade, principalmente nas variantes da Europa e na América.
A partir do século XV, Portugal apresenta uma total unidade linguística, e o português se sobrepõe como língua representativa de uma nação e de um povo, completamente liberto de quaisquer resquícios galegos. Essa época corresponde também à notável expansão da língua portuguesa, graças à intrepidez dos grandes navegadores lusos (Diogo Cão, Bartolomeu Dias, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral) que, junto às conquistas portuguesas, levaram sua língua às mais longínquas partes do mundo.
Os descobridores portugues trouxeram para o Brasil a cultura e a língua portuguesa. Esta foi enriquecida com vocábulos de origem indígena, africana e de outros povos imigrantes.
A língua portuguesa é atualmente a quinta mais falada no mundo e com a globalização seu estudo em outros paises vem aumentando.

terça-feira, 3 de maio de 2011

A HISTÓRIA DO TRÂNSITO E A LINGUAGEM COMO CONDUTORA

Desde a antiguidade os romanos e gregos já sofriam o caos de um intenso trânsito, as ruas das cidades eram estreitas e havia grandes congestionamentos. Logo perceberam a necessidade de buscar alternativas para resolver o problema.
Os romanos criaram leis para regulamentar o trafego de veículos, proibindo a circulação em certas horas do dia, criando as primeiras sinalizações, marcos quilométricos e indicadores de sentido.
A partir desse momento percebe-se a importância da linguagem como fonte de comunicação entre a sociedade e suas necessidades. O trânsito é um elemento da sociedade, logo existe a necessidade de que este trânsito seja organizado e para que seja organizado é necessário fazer uso dos instrumentos lingüísticos.
Hoje nossas estradas não são as melhores do mundo, mas imagine a total ausência dos sinais, das placas indicando as direções, das marcas viárias, dos semáforos... Seria uma loucura se o homem não fizesse uso da linguagem para garantir um pouco mais de segurança no trânsito de veículos e pedestres.
A linguagem é um fator imprescindível para que o tráfego de veículos e pedestres possa fluir tranquilamente pelas vias públicas. De certa forma a linguagem é quem conduz o trânsito, porém é uma pena que o homem muitas vezes seja tão imprudente a ponto de ignorar placas, avisos e leis de trânsito.
Referência
Historia do Transito, acesso em
16/09/2010http://www.escoladetransito.se.gov.br/modules/tinyd0/index.php?id=12